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DIVERSIDADE E DIREITOS HUMANOS: A ESCOLA COMO ESPAÇO DE DISCUSSÃO E CONVÍVIO COM A DIFERENÇA
HANNA, Paola Cristine Marchioro
pcm.marck@ig.com.br
D’ALMEIDA, Maria de Lourdes do Prado Krüger
maluprado@onda.com.br
EYNG, Ana Maria
ana.eyng@pucpr.com.br
Eixo temático: Violências na escola
Agência Financiadora: Não contou com financiamento
Resumo
O presente artigo apresenta dados
parciais de uma pesquisa em andamento e objetiva refletir sobre direitos
humanos e diversidade com o intuito de analisar a problemática: Qual a relação
entre a visão que estudantes da escola pública têm sobre os direitos fundamentais
da pessoa e o convívio com a diversidade no espaço escolar? A reflexão parte do
pressuposto de que apesar dos Direitos Humanos serem amplamente previstos na
legislação, sua garantia e seu reconhecimento ainda hoje, em muitos lugares,
não são respeitados. Nesse sentido, sendo a escola um lugar de convivência com
a diversidade, é um espaço privilegiado para discussões de questões referentes
aos direitos humanos e sensibilização dos estudantes quanto a seus direitos
fundamentais. A garantia desses supõe a inclusão, de modo que todos, de fato,
tenham condições de acesso aos bens e serviços socialmente constituídos. Este estudo foi fundamentado nas reflexões de Benevides (2009),
Bobbio (1992), Dallari (2009), Eyng (2002), Costa (1998), Meyer (1998), MacLaren
(2000) e Gentili (2003) e nos documentos legais, como Constituição Federal,
Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, Estatuto da Criança e do
Adolescente e Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Na pesquisa com
abordagem qualitativa, os dados foram coletados em duas escolas públicas de
ensino fundamental, utilizando como instrumento a entrevista estruturada,
realizada com 196 estudantes. Nos resultados são consideradas as percepções dos
estudantes sobre os direitos e os aspectos que caracterizam os participantes,
enfatizando a constituição da diversidade nas escolas pesquisadas. Os
estudantes demonstram que têm clareza dos direitos humanos, apontando a
educação, o respeito e a liberdade como os principais. A diversidade observada
na composição dos estudantes, quando não respeitado o direito à liberdade da
diferença, pode se converter em preconceito, discriminação e exclusão. Assim,
cabe questionar se esses direitos estão sendo garantidos e vivenciados no
espaço escolar.
Palavras-chave:
Políticas Públicas. Direitos
Humanos. Diversidade. Educação Básica.
Introdução
O presente artigo apresenta dados
parciais de uma pesquisa em andamento e objetiva refletir sobre direitos
humanos e diversidade. Este estudo se justifica por sua atualidade e relevância
ao considerar que os direitos humanos devem ser assegurados a todas as pessoas,
conforme prescrito na Constituição Federal (BRASIL, 1988) e na legislação
complementar em vigor.
Frente a esta consideração, o
problema que orienta esta reflexão é: Qual a relação entre a visão que
estudantes da escola pública têm sobre os direitos fundamentais da pessoa e o
convívio com a diversidade no espaço escolar?
Os direitos humanos, ainda que
previstos na legislação, sua garantia e reconhecimento ainda hoje, em muitos
lugares, não são respeitados, ferindo assim a dignidade da pessoa. Diante desta
perspectiva, sendo a escola um lugar de convivência com a diversidade,
objetivou-se verificar quais direitos são compreendidos pelos estudantes e quais,
dentre os apontados na Constituição Federal (1988) e Estatuto da Criança e
Adolescente (1990), eles consideram o mais importante. Teve-se também, como
objetivo, verificar se esses direitos estão sendo assegurados na escola, tendo
em vista a diversidade dos alunos.
Esta pesquisa partiu do pressuposto
de que a escola, espaço de convivência com a diversidade, é um espaço
privilegiado para a discussão de questões referentes aos direitos humanos e
sensibilização dos estudantes quanto a seus direitos fundamentais. A garantia
desses direitos supõe a inclusão de todos, respeitando as diferenças, de modo
que todos, de fato, tenham condições de acesso aos bens e serviços socialmente
constituídos e que permitem a dignidade da pessoa.
A análise acerca da questão
proposta apoia-se em Benevides (2009), Bobbio (1992), Dallari (2009), Eyng
(2002), Costa (1998), Meyer (1998), MacLaren (2000), Freire (1996) e Gentili
(2003) e nos documentos da Constituição Federal (BRASIL, 1988), Plano Nacional
de Educação em Direitos Humanos (BRASIL, 2003 e 2007) e Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (BRASIL,1996).
Situando a
questão dos direitos humanos no espaço escolar
Embora a garantia e o
reconhecimento dos direitos humanos tenham ocorrido ao longo de um processo
sócio-histórico e cultural, construído por meio de lutas e reivindicações,
ainda hoje, em muitos lugares, esses direitos não são respeitados, ferindo,
assim, a dignidade da pessoa. Em 10 de dezembro de 1948 foi proclamada, pela
Assembléia Geral das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Somente depois da Declaração
Universal é que podemos ter a certeza histórica de que a humanidade – toda
humanidade – partilha alguns valores comuns; e podemos, finalmente, crer na
universalidade dos valores, no único sentido em que tal crença é historicamente
legítima, ou seja, no sentido em que universal significa não algo dado
objetivamente, mas algo subjetivamente acolhido pelo universo dos homens. (...)
Com a Declaração de 1948, tem início uma terceira e última fase, na qual a
afirmação dos direitos é, ao mesmo tempo, universal e positiva: universal no
sentido de que os destinatários dos princípios nela contidos não são mais
apenas os cidadãos deste ou daquele Estado, mas todos os homens; positiva no
sentido de que põe em movimento um processo em cujo final os direitos do homem
deverão ser não mais apenas proclamados ou apenas idealmente reconhecidos,
porém efetivamente protegidos até mesmo contra o próprio Estado que o tenha
violado. (BOBBIO, 1992, p. 28-30).
Composta por trinta artigos, traz
em seu texto o princípio de que os homens nascem livres e iguais em dignidade e
direitos e que, como seres racionais e conscientes, devem comportar-se
fraternalmente uns com os outros. O reconhecimento da dignidade dos membros da
família humana é fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo. O Plano
Nacional de Educação em Direitos Humanos destaca que:
O quadro contemporâneo apresenta uma série de aspectos
inquietantes no que se refere às violações de direitos humanos, tanto no campo
dos direitos civis e políticos, quanto
na esfera dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais. Além do
recrudescimento da violência, tem-se observado o agravamento na degradação da
biosfera, a generalização dos conflitos, o crescimento da intolerância
étnico-racial, religiosa, cultural, geracional, territorial, físico-individual,
de gênero, de orientação sexual, de nacionalidade, de opção política, dentre
outras, mesmo em sociedades consideradas historicamente mais tolerantes, como
revelam as barreiras e discriminações a imigrantes, refugiados e asilados em
todo o mundo. (BRASIL, 2007, p. 22).
Mas o que se entende por Direitos Humanos?
Direitos decorrentes da dignidade do ser humano,
abrangendo, dentre outros: os direitos à vida com qualidade, à saúde, à
educação, à moradia, ao lazer, ao meio ambiente saudável, ao saneamento básico,
à segurança, ao trabalho e à diversidade cultural. (BRASIL, 2003, p. 10).
Os direitos humanos são
considerados fundamentais porque sem eles a pessoa não pode usufruir plenamente
da vida. Desde o nascimento, todos os seres humanos devem ter assegurados os
benefícios que a vida em sociedade pode oferecer.
Dalmo Dallari (2008, p. 2) divide
os direitos humanos em categorias. Ressalta os direitos civis, que são o
direito à igualdade perante a lei, o direito a um julgamento justo, o direito
de ir e vir e o direito à liberdade de opinião, entre outros; os direitos
políticos, que são direito à liberdade
de reunião, o direito de associação, o direito de votar e de ser votado, o
direito de pertencer a um partido político, o direito de participar de um
movimento social, entre outros; os direitos sociais, que são o direito à
previdência social, o direito ao atendimento de saúde e tantos outros direitos
nesse sentido; os direitos culturais, que são os direitos à educação, o direito
de participar da vida cultural, o direito ao progresso científico e
tecnológico, entre outros; os direitos econômicos, que são os direitos à
moradia, o direito ao trabalho, o direito à terra, o direito às leis
trabalhistas entre outros e os direitos ambientais, que são os direitos de
proteção, preservação e recuperação do meio ambiente, utilizando recursos
naturais sustentáveis.
Os direitos humanos não podem ser
divididos, apesar de estarem descritos em separado. Eles dependem uns dos
outros e são universais. Tais como os assegurados na Constituição de 1988, no artigo 227.
É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar
à criança e ao adolescente com absoluta prioridade o direito à vida, à saúde, à
alimentação, à educação, ao lazer, à
profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, e
convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de
negligência e exploração, violência, crueldade e opressão. (BRASIL, 1988, p. 53).
A vida, por
exemplo, é um direito humano do qual ninguém pode ser privado. Mas a garantia à
saúde, à educação, à dignidade, ao respeito, ao salário justo e à moradia
também são. Ninguém vive sem condições dignas, sem alimentação, vestuário,
moradia, trabalho, lazer, direito a uma profissão, participação política e
convivência familiar e comunitária.
O Estado brasileiro tem como
princípio a afirmação dos direitos humanos como universais, indivisíveis e
interdependentes e, para sua efetivação, todas as políticas públicas devem
considerá-los na perspectiva da construção de uma sociedade baseada na promoção
da igualdade de oportunidades e da equidade, no respeito à diversidade e na
consolidação de uma cultura democrática e cidadã (BRASIL, 2007, p. 11).
A educação é um dos direitos
garantidos por lei. Na Constituição Federal Brasileira e na Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional – LDB (Lei Federal n.º 9394/1996) – consta que o
exercício da cidadania é uma das finalidades da educação ao estabelecer uma
prática educativa “inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de
solidariedade humana, com a finalidade do pleno desenvolvimento do educando,
seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”
(BRASIL, 1996, p. 1).
Daí a importância de valorizar a
educação como um meio privilegiado na vivência dos direitos humanos,
promovendo aprendizagens e
a garantia desses.
A escola, espaço
de convivência com a
diversidade, é um espaço privilegiado para a discussão de questões referentes
aos direitos humanos, devendo assumir o compromisso de educar o olhar dos
estudantes quanto a seus direitos legais.
A escola, espaço social
privilegiado onde se definem a ação institucional pedagógica, necessita de
prática e vivência dos direitos humanos.
Nas sociedades contemporâneas, a escola é local de
estruturação de concepções de mundo e de consciência social, de circulação e de
consolidação de valores, de promoção da diversidade cultural, da formação para
a cidadania, de constituição de sujeitos sociais e de desenvolvimento de
práticas pedagógicas. O processo formativo pressupõe o reconhecimento da pluralidade
e da alteridade, condições básicas da liberdade para o exercício da crítica, da
criatividade, do debate de ideias e para o reconhecimento, respeito, promoção e
valorização da diversidade. Para que esse processo ocorra e a escola possa
contribuir para a educação em direitos humanos, é importante garantir
dignidade, igualdade de oportunidades, exercício da participação e da autonomia
aos membros da comunidade escolar. (BRASIL, 2007, p. 31).
A criança e o adolescente são
concebidos como sujeitos de direito, conforme o
Estatuto da Criança e do Adolescente (1990). E, como todos os sujeitos
de direitos, são reconhecidos como tal na medida em que lhes são assegurados e
garantidos direitos fundamentais, como o direito à vida e à saúde; o direito à
liberdade, ao respeito e à dignidade; o direito à convivência familiar e
comunitária; o direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer; o direito
à profissionalização e à proteção ao trabalho.
A escola tem um papel fundamental
na construção dessa cultura, contribuindo na formação do sujeito de direito,
por meio de práticas para o reconhecimento e vivência desses direitos.
A expectativa de direitos humanos na visão dos alunos
A análise da relação entre direitos
humanos e diversidade se apóia em uma pesquisa de abordagem qualitativa,
realizada com 196 estudantes de duas escolas públicas de educação fundamental,
situadas em Curitiba.
Desses
estudantes, 48,5% frequentam
terceiros anos1
e terceiras e quartas
séries do ensino fundamental
de uma escola municipal e 51,5% frequentam sétimas e oitavas séries do
ensino fundamental de uma escola
estadual. As escolas
foram selecionadas por estarem situadas numa mesma
região, avaliada pelo IPPUC (Instituto de Pesquisa Planejamento Urbano de
Curitiba) como sendo de grande vulnerabilidade social. Os participantes foram
incluídos mediante termo de consentimento livre e esclarecido assinado pelos pais.
O instrumento de coleta de dados
foi a entrevista estruturada, entendida como aquela em que se apresenta ao
participante da pesquisa um questionário estruturado com perguntas previamente
formuladas, pois o “principal motivo deste zelo é a possibilidade de comparação
com o mesmo conjunto de perguntas e que as diferenças devem refletir diferenças
entre os respondentes e não diferença nas perguntas” (LODI, 1974 apud LAKATOS, 1996).
Baseado nestes pressupostos,
buscou-se verificar o que os estudantes
consideram como direito fundamental da pessoa, a partir da pergunta: O
que você considera como direito fundamental da pessoa? Nessa pergunta, do tipo
aberta, cada estudante poderia responder livremente qual o direito que ele
considera fundamental. A tabela 1 demonstra os direitos mais apontados pelos participantes.
Direito fundamental
|
Quantidade de respostas apresentadas
|
Porcentagem
|
|
Educação/Estudar/Escola/Aprender
|
50
|
24,20%
|
|
Respeito
|
33
|
15,90%
|
|
Não sei
|
30
|
14,50%
|
|
Liberdade
|
19
|
9,20%
|
|
Brincar
|
15
|
7,20%
|
|
Família/convivência familiar
|
10
|
4,80%
|
|
Liberdade de expressão/opinião
|
7
|
3,40%
|
|
Trabalhar
|
7
|
3,40%
|
|
Saúde
|
5
|
2,40%
|
Além das respostas apresentadas na
tabela 1, também apareceram como direito fundamental: alimentação, moradia,
amigo, carinho, amor, vida, dignidade, ser feliz, não ter briga, cultura,
passear, esportes, igualdade, assistir TV, justiça, caráter, responsabilidade,
ser mais valorizada pelo pai e ficar mais com a mãe.
Os direitos que os alunos mais
enfatizam como fundamentais são: educação, respeito, liberdade e brincar.
Respostas que vão ao encontro das idades dos pesquisados. Os alunos de
terceiras e quartas séries do ensino fundamental priorizam o brincar,
diferentemente dos adolescentes de sétimas e oitavas, que já priorizam o
respeito e a liberdade. É interessante ressaltar que 30 estudantes não souberam
dizer sobre seus direitos e a grande maioria apontou respostas que são
efetivamente os direitos fundamentais da pessoa apresentados na legislação.
Na continuação da entrevista
estruturada, foram apresentados aos estudantes, numa pergunta do tipo fechada,
todos os direitos enunciados na Constituição Federal (1988) e no Estatuto da
Criança e do Adolescente (1990). Os estudantes deveriam escolher qual direito
eles consideram o mais importante. Os resultados são apresentados na tabela 2:
Tabela 2 – Qual direito fundamental você considera
mais importante?
Direito fundamental Quantidade de respostas Porcentagem apresentadas
Saúde
|
43
|
21,9%
|
Respeito
|
42
|
21,4%
|
Educação
|
31
|
15,8%
|
Vida
|
20
|
10,2%
|
Convivência familiar e comunitária
|
17
|
8,7%
|
Liberdade
|
13
|
6,6%
|
Dignidade
|
9
|
4,6%
|
Esporte
|
8
|
4,1%
|
Alimentação
|
4
|
2,0%
|
Profissionalização
|
4
|
2,0%
|
Cultura
|
3
|
1,5%
|
Lazer
|
2
|
1, 0%
|
Total
|
196
|
100%
|
Observa-se que os direitos que os
alunos consideram mais importante são a saúde, o respeito e em terceiro lugar a
educação, observando-se uma diferenciação entre os direitos apontados na
questão aberta. É interessante ressaltar que educação e respeito aparecem nas
duas tabelas com 24,20% e 15,8% e 15% e 21% respectivamente.
E de qual educação e qual respeito
os estudantes estão falando? Isso nos remete a Paulo Freire quando escreve em Pedagogia da autonomia que:
Como educador, devo estar constantemente advertido com
relação a este respeito que implica
igualmente o que devo ter por mim mesmo. [...] o inacabamento de que nos
tornamos conscientes nos fez seres éticos. O respeito à autonomia e à dignidade
de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns
aos outros (FREIRE, 1996, p. 21).
Esses dados aliados à resposta dos
alunos dizendo não saber seus direitos podem trazer uma pista bem interessante
para o trabalho com direitos humanos em educação.
O Art. 17 do ECA (1990) afirma que:
O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da
integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a
preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e
crenças, dos espaços e objetos pessoais. (BRASIL, 1990).
A
diversidade e os direitos humanos assegurados na escola
A escola é um local onde há
diversidade e na qual diferentes grupos, identidades e culturas manifestam-se
buscando reconhecimento. Porém, por vivermos numa sociedade de supremacia
branca e machista, que dita uma série de regras e normas de condutas consideradas
“normalidades”, que são padrões a serem seguidos, todos os movimentos que
destoam desses padrões impostos são considerados “anormais” e não são aceitos.
Na escola, como na sociedade,
convivem dois extremos: o grupo dominante e as ditas minorias (negros, índios,
homossexuais, mulheres, pobres e outras classes que sofrem diferentes
discriminações). Com essa convivência, é impossível pensar questões culturais e
de direitos humanos sem pensar as questões de
poder.
Embora a Constituição Federal
(1988, art. 5º) assegure que todos são iguais perante a lei e que muitas
pessoas considerem essa igualdade numa perspectiva de “humanidade” – em que
todos são iguais porque são humanos, declarando que o respeito e tolerância de
todos para com todos é fundamental – todos os seres humanos são diferentes e se
formam a partir de experiências históricas, sociais, culturais, econômicas e
políticas diferentes. A questão da igualdade pela humanidade não acentua as
diferenças, mas a igualdade e, uma vez que o ser humano convive socialmente com
o intuito de ter bens materiais, adquirir status, estar numa posição social privilegiada, a
concepção de igualdade torna-se utópica.
Dessa forma, considerar as questões
sobre a diversidade, numa perspectiva multiculturalista, é discutir que não se
pode fazer uma hierarquia entre as culturas. Todas são equivalentes, uma
cultura não é superior a outra, todas devem ser consideradas.
O autor Peter McLaren (2000)
discute as manifestações culturais dos grupos considerados minorias, e em seu
livro Multiculturalismo Revolucionário, ressalta a esperança para um mundo que
se encontra desesperado. Há, na sociedade atual, muito desprezo pelas minorias,
principalmente as pessoas de cor e menos favorecidas economicamente. As classes
dominantes ignoram a realidade excluída dos desfavorecidos e seu poder é em
grande parte formado pela dominação e exploração destes.
É por isso que as escolas devem
tornar-se um lugar plural e dialógico, um lugar em que
os estudantes não
sejam levados apenas
a ler textos,
mas a entender contextos.
Infelizmente as
atividades escolares giram em torno da necessidade de reproduzir aquilo que é
ditado pelos grupos dominantes. Direta e indiretamente, as escolas acabam
reforçando em suas ações exclusões e
injustiças às classes, raças e gêneros.
Os contornos da diversidade que
circulam e convivem no espaço escolar investigado pode ser analisado a partir
de algumas características como: gênero, idade, raça, religião e rendimento.
Na questão do gênero.
Dos estudantes, 62,8% pertencem ao gênero feminino e 37,2% ao gênero masculino.
Quanto às diferenças de gênero, podem gerar na escola alguns conflitos
referentes à supremacia masculina ou feminina, ocorrendo a predominância da
forma de pensar de um grupo perante o outro ou também a criação de estereótipos
que padronizam comportamentos, o que causa a exclusão daqueles que não seguem
esses padrões. É interessante ressaltar que embora a maioria corresponda ao
gênero feminino, o currículo escolar não valoriza equilibradamente experiências
femininas e masculinas. Normalmente o currículo valoriza o domínio, o controle,
a racionalidade, a técnica, o individualismo e a competição, características
que refletem mais os interesses masculinos, desvalorizando a intuição, a arte,
a estética, o comunitarismo e a cooperação que são experiências mais ligadas às
experiências e aos interesses femininos.
Na questão da idade, elas
variam de sete a dezesseis anos. As diferenças etárias podem gerar conflitos de
sobreposição dos maiores frente aos menores, a organização de grupos que
desejam sobrepor seus desejos e formas de agir sobre os outros.
Na questão étnica/racial, 49% dos estudantes se consideram branco, 28,1% pardos, 12,2% negros,
3,6% amarelos e 3,6% indígenas. Cerca de 3,6% dos alunos não souberam responder
como eles se consideram. Essas diferenças podem gerar conflitos e
discriminações em relação à raça e à etnia.
Na questão religiosa, 45,9%
pertencem à religião católica, 37,8% à evangélica, 0,5% à espírita, 7,7% não
pertencem a nenhuma religião e 8,8% não sabem informar. As diferentes opções
religiosas há tempos vêm gerando conflitos, um grupo tende a querer persuadir o
outro a adotar a sua religião, às vezes, acontece por parte de um grupo a não
aceitação do outro e o posicionamento de que a sua crença é a única verdadeira.
Quanto à permanência, evasão e repetência, 6,1% já desistiram da escola em algum momento
da sua vida e 29,1% já reprovaram de ano. Essa característica pode gerar
exclusões e rotulações destes alunos em defasagem escolar.
Diante desses dados e na
perspectiva de que a escola é o local de convivência da diversidade, cabe aos
profissionais que lá atuam estarem atentos às formas como as exclusões
acontecem e liderarem com ela.
Assim, uma escola comprometida com
a vivência dos direitos humanos deve construir um currículo multicultural, que
visa a formação para a cidadania e, para que esse processo ocorra, é necessário
levar em conta que os atores têm diferentes representações e racionalidades.
A centralidade do processo curricular não está mais
nos conteúdos disciplinares, mas sim na interdisciplinaridade. As disciplinas e
seus conteúdos passam a se constituir em ferramentas no processo de construção
do conhecimento contextualizado, ou, em outras palavras, as diversas
representações da realidade,
sistematizadas nas diferentes
áreas do conhecimento, são auxiliares no processo de conscientização do
aprendiz... (EYNG, 2007, p. 198).
É importante ainda observar que:
O currículo desempenha, de fato, distintas missões em
diferentes contextos e níveis educativos, de acordo com as características e
finalidades que refletem de cada nível.
O currículo deve, portanto, ser concebido tendo como parâmetro o contexto em que se configura e as práticas educativas
na realidade, mediante as quais se expressa, considerando-se o currículo
proposto, o projeto pensado/escrito e o currículo vivenciado, a prática do
projeto pensado/aplicado, avaliado. (EYNG, 2002, p. 28).
Nessa perspectiva, é importante
considerar que o currículo e as ações pensadas e desenvolvidas na escola não
são neutros. A autora Costa (1998, p. 38) “indica que o currículo é um campo
onde estão em jogo múltiplos elementos, implicados em relação de poder,
compondo um terreno privilegiado da política cultural”. Para a autora, a escola
é território de produção, circulação e consolidação de significados que
constituem um espaço de concretização da política da identidade. O currículo
escolar é um dos mecanismos que forma a identidade dos indivíduos.
Desta forma, o currículo escolar é
um texto que pode nos contar muitas histórias: histórias sobre indivíduos,
grupos, sociedades, culturas, tradições; histórias que nos pretendem relatar
como as coisas são ou como deveriam ser. O que há de comum entre elas uma
vontade de saber que, como assinala Foucault (1996), é inseparável da vontade de poder, e tem se constituído em
“prodigiosa maquinaria destinada a excluir” (p. 20). Na política cultural estas
representações construídas pelos discursos vão posicionando os indivíduos numa
certa geografia e economia do poder cujo objetivo é o governo, a regulação
social. (COSTA, 1998, p. 61).
Diante dessa discussão, a autora
Meyer (1998) faz uma reflexão sobre o currículo e a construção de fronteiras e
posições sociais. Esta aponta que:
A escola produz espaço privilegiado para alguns
enquanto reforça a desigualdade e a
subordinação de outros. Os professores estão implicados na produção e
reprodução dos discursos e práticas que configuram os sujeitos e constituem
suas múltiplas identidades culturais. (MEYER, 1998, p. 69).
Por isso, segundo a autora, é
interessante olhar para dentro da escola e do currículo e verificar como as
histórias estão sendo construídas e como se constrói os sentidos de
pertencimento e exclusão.
Como nossa sociedade é dualizada,
há pobres e ricos convivendo juntos, as formas de exclusão tornam-se invisíveis
aos olhares das pessoas, porque elas causam dois sentimentos: indiferença –
pois estão tão banalizadas pela mídia que deixam de ser um problema para ser um
dado, que pouco sensibiliza – e medo – pois o medo é o grande causador da
exclusão e da desconfiança das pessoas, pois lembra os efeitos da exclusão, da
pobreza e da marginalidade, que são produzidos pela fome, pelo desespero e pelo desencanto.
Esta forma de exclusão acaba se
naturalizando aos olhos dos indivíduos que a aceitam e muitas vezes a
consideram como problema do indivíduo e não da sociedade ou outras instâncias
maiores. Na realidade das escolas, muitas vezes os olhares, que a tudo
padronizam, não percebem o clamor dos estudantes chamando por seus direitos,
muitas vezes de formas equivocadas.
A naturalização do infortúnio vivido por muitos, nunca
é produto de causas naturais. Trata-se de uma construção histórica, ideológica,
discursiva, moral. Uma construção que tende a se superpor ao olhar cotidiano,
tornando os acontecimentos passíveis de uma invisibilidade artificial, ainda
que não por isso menos poderosa. (GENTILI, 2003, p. 33).
A escola, entendida como espaço de
convivência da diversidade, deve ser entendida como espaço democrático de
desmascaramento das exclusões, pois “o silêncio, a atenuação, a ocultação
edulcorada da exclusão faz com que esta se torne mais poderosa, mais intensa,
menos dramática e, portanto, mais efetiva” (GENTILI, 2003, p. 42).
A escola deve contribuir para tornar
visíveis as exclusões e ser o local que respeite os mais elementares direitos
humanos e sociais.
Considerações Finais
Uma educação que assegure os
direitos humanos precisa exercitar o convívio com a diversidade. Esse convívio
vai além do respeito e da tolerância, corresponde a olhar os outros com olhos
de sensibilidade, num posicionamento de alteridade.
Este argumento é fundamental para
se discutir a problemática proposta neste artigo, que pretendeu saber qual a
relação entre a visão que os estudantes têm sobre os direitos fundamentais da
pessoa e a convivência com a diversidade no espaço escolar.
Felizmente, pode-se perceber que os
estudantes têm clareza de seus direitos estabelecidos por lei. Todos os
direitos citados por eles estão relacionados à legislação. Embora os estudantes demonstram que têm clareza dos direitos humanos, apontando a educação, o respeito
e a liberdade como os principais, a diversidade observada na composição dos
estudantes, quando não respeitado o direito à liberdade da diferença, pode se
converter em preconceito, discriminação e exclusão. Assim, cabe questionar se
esses direitos estão sendo garantidos e vivenciados no espaço escolar.
Um aspeto significativo é que os
estudantes reconhecem seu direito à educação e mesmo que os sistemas
educacionais hoje sejam menos excludentes que há um tempo e que o país tenha
alcançado certo nível de universalização em matéria de acesso e permanência na
escola, ainda há diferentes formas de exclusão, que muitas vezes são
solidificadas dentro das escolas. São os chamados “excluídos do interior”.
Outro destaque é a necessidade de
assegurar o direito ao respeito, conforme a riqueza de conteúdo que consta no
art. 17 do ECA: preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos
valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais de crianças e adolescentes.
É papel da escola, portanto, estar
em permanente luta contra as exclusões e todas as formas de desigualdades que
privilegiam uns e desconsideram muitos. É a escola responsável por plantar nos
alunos a esperança de uma sociedade mais justa, não uma esperança utópica, mas “revolucionária”.
BENEVIDES, M.
V. Cidadania e direitos humanos. Disponível em:
<http://www.iea.usp.br/iea/artigos/benevidescidadaniaedireitoshumanos.pdf>. Acesso em: 17 jun. 2009.
BOBBIO,
N. A era dos direitos. Rio de
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118 comentários:
Aline Yukie Eguchi RGM: 6964 4ºsemestre A Matutino
Hoje em dia os estudantes sabem de seus direitos na escola, o que é bom porque assim eles podem saber quando estão discriminados e sofrendo algum tipo de agressão. A escola é um espaço onde tem muita diversidade e vários tipos de cultura, é importante saber respeitar as diferenças que cada um tem, se todo mundo fosse igual o mundo seria chato e sem animação é por sermos diferentes que somos únicos. A exclusão pode ser causada por causa da escola onde todos deixam aquele que é diferente de lado, por isso é bom saber seus direitos como ser humano e aluno.
Jacqueline Oliveira dos Santos RGM: 6758 4º Semestre Noturno.
A escola é um espaço de convivência com a diversidade, assim sendo respeitada religião, gêneros, culturas. A escola pode contribuir para educação, em direitos humanos, o que pode garantir dignidade, igualdade de oportunidades, exercício da participação e de autonomia aos alunos. Portanto, estar em permanente luta contra as exclusões e todas as formas de desigualdades que privilegiam uns e desconsideram muitos. Através da vivencia em sala de aula o professor como responsável por plantar nos alunos a esperança de uma sociedade mais justa e para todos e sem nenhum tipo de exclusão.
Hoje, falar de diversidade e não falar em educação é praticamente impossível. Não existe um lugar onde essas diferenças culturais sejam mais presentes do que no ambiente escolar, por tanto, cabe à escola incentivar seus alunos a importância de respeitar e conviver com tais diferenças.
Uma educação para todos ainda parece uma utopia, visto que caminhamos a passos lentos no que se refere ao respeito ao próximo, pois vivemos em um mundo de intolerância e desumanidade, os valores não são os mesmos dos de alguns anos atrás. Então o papel da escola também precisa mudar e acompanhar as necessidades que a sociedade apresenta. Pois muito mais do que conteúdos acadêmicos, a escola precisa ensinar valores morais e éticos.
Elaine Anjos RGM: 7217 4° semestre Pedagogia Matutino
Para falar em diversidade, independente de qual seja, devemos ressaltar que somos um país miscigenado, em que somos diferentes, porém temos direitos e deveres iguais, para fundamentar meu argumento vou citar uma frase de Nelson Mandela que diz "Ninguém nasce odiando alguém, pois o ódio é ensinado, assim como o ódio pode ser ensinado,o amor também pode"cabe a mim como futura pedagoga ensinar e impregnar no meu aluno o respeito e amor ao próximo, diante disso disso entendo o papel crucial da escola na formação social do ser humano e da busca incansável de um país melhor
Livia Azevedo RGM: 7105 4° semestre Pedagogia Matutino
Infelizmente sabemos que por mais que se fala em diversidade e direitos humanos, a luta é muito grande para que saia da lei e se cumpra na vida das pessoas. Vivemos uma época individualista principalmente devido as redes sociais que afastam do convívio e tornam as pessoas frias e egocêntricas. Sem o contato é bem mais difícil criar vínculos, afetividade, gostar e respeitar as pessoas como elas são. O meio ideal para ser trabalhada a diversidade e a conscientização dos direitos humanos são nas escolas já que o foco não é somente ensinar conteúdos sistematizados e sim educar para a cidadania, cabe a escola trabalhar a diversidade e conscientizar os alunos que somos todos diferentes e devemos respeitar o jeito de cada um, além de esclarecer para os alunos quais são os seus direitos e como de uma forma democrática e cidadã podem participar de forma critica e ativa para fazer valer os seus direitos e também conscientiza-los dos seus deveres. Assim através da educação podemos ter a esperança de um mundo mais humano, mais solidário e pela paz entre os homens através do respeito a diferença e aos seus direitos.
Maria de Fátima Carvalho Garcia RGM: 6905 4º Pedagogia Matutino
É importante ressaltar que o Brasil tem uma grande diversidade cultural e o espaço escolar é fundamental no desenvolvimento físico, cognitivo, e formação de um sujeito autônomo mas também de interação social, um processo educativo primordial que trabalha as condições adequadas de múltiplas diferenças culturais e os direitos humanos.
No espaço escolar cabe ao professor exercitar a prática pedagógica inclusiva, trabalhando junto do educando as diversidades para que o educando forme valores, podendo ajudá-lo a lidar melhor com situações do cotidiano, evitando conflitos e o fracasso escolar.Temos os indicadores legislativos como a LDB, o ECA, RCNs, PCNs, o currículo... que orientam em muitos desafios da escola, mas só estes indicadores não são suficientes, o professor deve seguir o processo: ação -reflexão -ação, com a proposta de uma aula mais dinâmica, e que o educando seja o protagonista , cada educado tem sua própria identidade histórica e no entanto, devem ser aplicados com mais frequência na vida escolar deste educando.
É difícil acreditarmos, que hoje algumas escolas, apresentem situações de violência, desigualdade e intolerância que inspiram e promovem infelizmente a defasagem escolar. As pesquisas mostram que gradualmente tem mais crianças na escola e de forma geral aos poucos, os projetos estão tendo uma ênfase maior do que tempos passados, não era discutido tanto como hoje sobre "Diversidade" no espaço escolar e na comunidade, nascemos com direitos iguais, devemos desenvolver uma maior competência e habilidades para apropriação e conhecimentos na formação da cidadania.
Veruschka Mª de A. Honorato Santana
RGM:6914 4° Pedagogia A manhã.
Quando se fala de Direitos Humanos no espaço escolar, imagina-se uma escola que venha auxiliar seus alunos a ter consciência desses direitos e saber colocá-los em prática. A escola por sua vez, deve fazer cumprir o direito de todo cidadão quanto à educação e a qualidade de ensino. Quanto a diversidade vivemos em um país laico, religião, raça, gostos devem ser respeitados!
Creio que nem todos os estudantes de todas as escolas públicas, principalmente as periféricas e de cidades com índices de desenvolvimento menos elevados, sabem ou reconhecem seus direitos estabelecidos por lei, pois até mesmo tais interesses permanecem nas mãos da elite. Nas escolas públicas periféricas é como se houvesse um privamento do conhecimento por parte do Currículo. Porém, cabe a nós educadores(as) não privá-los de tal conhecimento e fazer com que nossos alunos consigam compreender os direitos que eles tem como cidadãos. Só assim é que eles reconhecerão e respeitarão o outro como parte da diversidade cultural.
RGM: 6786 4º Pedagogia matutino
Ana Lucia Santos RGM: 7024 4º A Pedagogia Matutino.
A educação é um dos direitos garantidos por lei. Na Constituição Federal Brasileira e
na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei Federal n.º 9394/1996) –
consta que o exercício da cidadania é uma das finalidades da educação ao estabelecer uma
prática educativa “inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana,
com a finalidade do pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da
cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Daí a importância de valorizar a educação como um meio privilegiado na vivência dos
direitos humanos, promovendo aprendizagens e a garantia desses.
Mislene Cristina Ramos Corrêa RGM: 6864 4º Pedagogia Noturno
A escola tem que ser um ambiente educacional positivo, onde ofereça uma educação de qualidade para todos com os mesmos direitos e deveres e acesso, sendo uma educação inclusiva, independente da diversidade seja ela cultural, econômica, social. É necessário que o professor como mediador do conhecimento desse aluno, seja semeador, colaborador, por meio de trabalhos e projetos para ensinar, mostrar e vivenciar situações, onde os alunos percebam e saibam que todas as pessoas são iguais independente de sua cor e raça, contribuindo para diminuir esse preconceito.
'' A prendemos a voar como os pássaros; a nadar como os peixes; mas não aprendemos a simples arte de vivermos juntos como irmãos. (Martin Luther King)
Jéssica Lisboa de Andrade RGM: 7131 4º Pedagogia Noturno
É essencial falar sobre direitos humanos e diversidade que por mais que sejam assegurados pela legislação, não são mais respeitados e tratados com tolerância. Todos devem ter acesso a uma educação de qualidade e de respeito às peculiaridades de cada um, pois é preciso ter sensibilidade para compreender esse fato. E apesar de vivermos num mundo impaciente e individualista a escola é o espaço em que os alunos aprendem a conviver e interagir com o outro. E as pesquisas realizadas só demonstram ainda mais os fatos dos alunos querem uma boa educação, assegurada com respeito, direito a liberdade e que o brincar e o aprender caminhem juntos em sua construção. Somos um país miscigenado e multicolorido e a educação deveria ser de direitos, deveres e qualidade pra todos. E por mais que nosso país caminhe em passos lentos nessa luta, é necessário muito mais do que os alunos entendam os conteúdos, mas também os contextos, valores éticos e morais, respeito e exclusão a qualquer tipo de discriminação.
Cíntia Aparecida Figueira Gonzaga RGM: 6712 4º Pedagogia Noturno
É na escola que o aluno aprende a conviver com as diferenças, ele aprende a viver em um ambiente de diversidades. E ao decorrer do tempo se deparam com todo tipo de diferenças como gênero, raça, valores e religião por isso diante dessa realidade vivida em nosso cotidiano, cabe a nós futuros educadores ensinar a lidar com as diferenças colocando em prática à tolerância e respeito com o próximo.
Nome: Eliane Spampinato do Prado RGM: 6725 4° Pedagogia A Matutino.
Quando falamos em diversidade e direitos humanos falamos também em igualdade mas sabemos que não é tão simples assim, pois vivemos em um mundo onde as diferenças falam mais alto do que os valores de cada ser humano. Ė preciso que tenhamos a consciência de que todos somos iguais com culturas, religiões entre outras coisas diferentes mas isso não mudo o valor de cada um, não fazer tudo igual ao outro não é motivo para tanto preconceito pois já pensou se fosse tudo igual e todos parecidos qual seria a graça disso.
O que falta é respeito ao proximo e valores pois quando se tem isso uma cor ou seja o que for não muda a nossa concepção a respeito de quem nos rodeia.
E preciso que auxiliem e ensinem as crianças desde pequeno a praticar essa diversidade o direito humano para que cresçam sabendo ter respeito e sabedoria para lidar com o próximo.
Pois tudo isso vem de casa e vai se aperfeiçoando na escola onde ela começa a conviver com outras crianças e adultos também, vamos sim passar essa idéia adiante e lutar por um mundo e uma educação melhor e digna para todos.
O que falta é a união pois o individualismo tomou conta de muitos. E necessário que haja um bom desempenho dos profissionais pois isso ira refletir no desenvolvimento trazendo bons resultados.
Acreditar nessa diversidade e respeitar os direitos humanos e dever de todos.
A escola é o primeiro contato da criança no meio social, além de claro, ser um dever á todos. Quando digo á todos, falo que a escola é inclusiva, onde não há restrição de cor, raça, religião ou qualquer tipo de deficiência, e é onde todos se encontram, de acordo com suas diferenças.
É necessário que se haja um olhar mais atento das escolas, para que não ocorra qualquer tipo de preconceito, e cabe ao corpo docente da escola usar toda diversidade como uma ferramenta de trabalho, afim de mostrar que existe diferenças sim, mas que elas devem ser respeitadas e que elas tornam as pessoas únicas como são.
Ao meu ver, as crianças não tem preconceito, isso é o que vem de casa. Juntamente com os pais, a escola educa a criança e direciona para uma melhor vida social, levando a ela á ser um sujeito critico e participativo na sociedade em que atua, porém a escola nessa parte terá que re-educar os pais dessas crianças, tendo um outro trabalho, mas importante que o faça.
Thais Cruz,
RGM:6821
Periodo: 4ª Semestre, Noturno.
Sandra Rosa Meneses Rocha 9224, Pedagogia 4 semestre Noturno.
É muito importante saber que os alunos estão tendo os conhecimentos dos seus direitos, afinal a escola precisa de fato se torna inclusiva, pois a escola é um direito de todos e cabe a escola proporcionar esses conhecimentos aos alunos, promover estratégias para combater o preconceito e as discriminações, não somos iguais, porém convivemos no mesmo lugar,então cabe a cada um fazer sua parte, respeitando opiniões de todos e vivendo uma democracia participativa.
De fato se a escola proporcionar aos alunos o conhecimento desde cedo, futuramente teremos jovens sabendo lidar com seus conflitos e cidadãs lutando pelos seus pontos de vistas, lutando pelo seus direitos, mostrando a diferença nesta sociedade e lutando juntos pra combater o preconceitos.
Daniela Morais Barbosa RGM 7096 Período Matutino 4 Semestre Pedagogia
Precisamos acreditar numa educação comprometida com a busca de uma sociedade mais justa e igualitária, baseada no respeito às diversidades culturais, para isso não podemos nos calar diante das omissões, das injustiças e do preconceito com que os indivíduos são tratados socialmente por apresentarem uma identidade que não corresponde aos ideais preconcebidas, aceitas e reproduzidas socialmente. A escola é um lugar onde a diversidade se faz presente, mesmo com todas as suas contradições e seus desafios, assim precisamos nos empenhar em defender o direito de todos os alunos, sem exceção.
Luana Martins 6948 Pedagogia 4º Semestre matutino
Estamos vivendo hoje num país miscigenado,onde convivemos com culturas diversificadas. Então acredito que todo corpo docente de uma escola juntamente com os pais devem trabalhar sobre este tema, até mesmo com crianças nas fases iniciais da educação, para que assim já aprendem desde pequenos a respeitar as diferenças tanto no meio inclusivo como no meio racial e cultural. Fazendo assim estarão formando cidadãos de bem, com amor ao próximo e contribuirá para um país melhor e com menos violência, pois temos vistos muitos casos de violência entre pessoas que simplesmente não aceitam e não respeitam essa diversidade.
Fabiane Tasca de Oliveira 6736 Pedagogia 4º Semestre matutino
A escola é o espaço de educação e é nela que se encontram as mais variadas culturas. Por mais que se tenha falado em inclusão e diversidade, ainda assim, é possível encontrar nas escolas manifestações de preconceito. Infelizmente nos dias de hoje inverteram-se os valores e a desigualdade, a violência e a intolerância se faz cada dia mais presente na vida do ser humano. Para que esse quadro mude -ou pelo menos tente mudar- é necessário a intervenção do professor no exercício da sua atividade pedagógica, buscando resgatar esses valores, a solidariedade e o respeito às diferenças.
A escola é um espaço cultural que contempla de diversas culturais, e seu papel é ensinar desde os anos iniciais as crianças de que é preciso respeitar as diferenças dos outros, para que seja eliminado o preconceito desde a infância.
Como vimos no artigo, vários documentos que asseguram os direitos e deveres de cada cidadão, dentre estes documentos estão a constituição federal 1988 e o estatuto da criança e do adolescente.Com isto podemos observar que a escola deve estar cada vez mais preparada para o ''novo'', para a diversidade, já que os alunos estão buscando entender cada vez mais os seus direitos e deveres e qual e o papel da escola referente a diversidade.
O artigo deixou claro que os alunos de hoje estão cada vez mais exigentes quando o assunto é direitos fundamentais, ficando os temas relacionados a educação, respeito e liberdade entre os primeiros da lista.
Rafaela Godoy RGM: 6875 4º Pedagogia Noturno
Falar em diversidade é se propor a respeitar o outro, e é possível falar com propriedade sobre respeitar o próximo, até porque o Brasil é um país de grande miscigenação, sendo assim o respeito é imprescindível, pois embora somos seres de igualdades cada um costitui através da educação primaria e secundaria uma cultura.
Além disso, a escola possui um papel de grande importância diante a diversidade na contemporaneidade, porque com uma intervenção significativa e abrangente a escola todo corpo docente pode quebrar as barreiras do preconceito e descriminação que são ações constantes e que podem estar acontecendo por falta de orientação e apropriação sobre o respectivo assunto que é a diversidade. Dayane da Silva Azevedo 4ºPedagogia Matutino- RGM: 6910
Vivemos em um pais onde consiste uma diversidade cultural e diferentes costumes, vestimenta, tradições, manifestações religiosas e etc. E essa diversidade presente em nosso dia-a-dia convida-nos a conviver com diferenças, exigindo de todos o repeito. Sendo assim é papel da escola fazer a diferença, instruir e orientar nossas crianças que o preconceito não leva a lugar nenhum, os professores devem desde cedo promover no aluno o sentimento de valorização cultural, e o conhecimento e o respeito as diferentes culturas, explicando que não existe a melhor e nem a mais desenvolvida que a outra.
Isabel Cristina Vieira Ribeiro RGM:7045 Pedagogia - Manhã 4º Semestre
Em primeiro lugar a educação e o acesso à escola são direitos básicos da população, garantidos por lei, no entanto nos dias atuais ainda existem instituições escolares que não estão preparadas para essa demanda, tanto na questão estrutural, como por exemplo, no acesso para cadeirantes e outras deficiências físicas, como também no que diz respeito ao convívio entre as diferenças sociais, envolvendo a diversidade religiosa, raciais, entre outras. Cabe a nós como futuros educadores, fazer uma profunda reflexão sobre o tema e buscarmos juntos com a comunidade escolar caminhos alternativos e soluções para que possamos ter no futuro uma escola bem mais inclusiva e menos preconceituosa.
Fabiana Aparecida 4º ped. matutino RGM 6882
A escola existe para educar a criança para viver em sociedade.Passar valores como respeito, honestidade é trabalho dos pais. Infelizmente nos dias de hoje, esses valores estão se perdendo cada vez mais. O homem ainda não entendeu que a diversidade sempre fez e faz parte da nossa existência, cabe ao ser humano aceitar como coisa natural do nosso dia-a-dia, as diferenças de cor, crença, diferença social, e saber que não é a cor ou origem do outro que vai dizer quem ele é e sim o caráter que é construído desde a infância.Ao professor cabe reforçar esses valores tatuando como mediador.
Adriana M. Freitas RGM 6984 - 4º pedagogia matutino
É triste que uma lei tenha que impor uma coisa que deveria ser natural do ser humano, o respeito ao próximo, o respeito a diversidade.
A evolução da tecnologia nos foi muito importante para disseminar a comunicação, a informação, mas ao mesmo tempo nos trouxe a tona o distanciamento entre as pessoas, um ser humano individualista, egocêntrico e atroz.
As pessoa acham que conhecem seus direitos, e quando não os conhece, procuram conhecer, mas quanto aos deveres preferem desconhecer.
Hoje as escolas se tornaram um espaço de socialização, interação, mediação e por isso é a maior porta de entrada para que haja mudanças. A escola tem que prover de excelentes profissionais, projetos e um currículo flexível que permita aos profissionais explorarem diversos meios para que seu papel seja cumprido com eficiência e eficácia,
Flávia Lima Melquiades RGM 7134 PEDAGOGIA MATUTINO 4º SEMESTRE
Nos dias atuais, está cada vez mais presente a intolerância e o preconceito. Cabe a escola e todo o corpo
docente intervir para que sejam quebradas essas barreiras, ultilizando essas diversidades como ferramentas de trabalho, para mostrar que há ainda preconceito , porém podem e devem ser respeitadas.
ALUNA :Lucilene Cordeiro Gomes RGM: 6923 PEDAGOGIA MATUTINO 4º SEMESTRE
Quando falamos em educação,logo relacionamos a escola,pois sabemos que e o primeiro contato que a criança tem com o meio social.
A escola deve oferecer uma educação de qualidade para todos com os mesmos direitos e deveres, sendo uma educação inclusiva, independente da diversidade seja ela cultural, econômica ou social.
Ao falar em Direitos Humanos no espaço escolar, precisamos com que escola que venha auxiliar seus alunos a ter consciência desses direitos e saber colocá-los em prática.
Stefanie Menezes Araujo RGM: 7015 4° Pedagogia noturno
Educação um direito de todos.... Levando em consideração esse direito defendido por lei a todas as pessoas, deixa claro que a escola deve estar em comum acordo com a sociedade e sobretudo deve caminhar junto dela. A escola e principalmente os profissionais da educação devem estar sempre atualizados em relação a atualidade de maneira tal que os mesmos possam estar sempre em grandes transformações, inovações incluindo sempre sem seu contexto questões que estão em alta que é a Tecnologia e a Diversidade.
A escola deve propiciar aos alunos esses contato com coisas novas, intervindo da melhor maneira, transformando-os em pessoas melhores tanto individualmente como socialmente.
MARA R.S. OTUBO RGM,6995 4º sem. Pedagogia Noturno
Não existe um lugar onde essas diferenças culturais sejam mais presentes do que no ambiente escolar, por tanto, cabe à escola incentivar seus alunos a importância de respeitar e conviver com tais diferenças. Uma educação para todos ainda parece uma utopia, visto que caminhamos a passos lentos no que se refere ao respeito ao próximo, pois vivemos em um mundo de intolerância e desumanidade, os valores não são os mesmos dos de alguns anos atrás. O que falta é respeito ao próximo e valores pois quando se tem isso uma cor ou seja o que for não muda a nossa concepção a respeito de quem nos rodeia. E preciso que auxiliem e ensinem as crianças desde pequeno a praticar essa diversidade o direito humano para que cresçam sabendo ter respeito e sabedoria para lidar com o próximo. Pois tudo isso vem de casa e vai se aperfeiçoando na escola onde ela começa a conviver com outras crianças e adultos também, vamos sim passar essa idéia adiante e lutar por um mundo e uma educação melhor e digna para todos.
Sueli de Fátima Rodrigues 4º pedagogia A matutino
O importante seria que todos respeitassem nossas origens, que a escola fosse de fato lugar de aprendermos com as diversidades culturais , mas infelizmente a escola é ainda lugar de conflitos e de falta de amor sem a preocupação com o outro , acho muito importante todas as teorias sobre cultura ,currículo e leis , mas só vai funcionar quanto colocarmos em prática e olharmos para o lado. O mundo precisa mudar começando por nós mesmo então a escola também mudará.
Evelyn Ribeiro rgm:1020007088 – 4º Pedagogia Matutino
A escola de hoje precisa encontrar seu caminho para a diversidade, engajando as crianças no mundo das diferenças, preparando-os para ser legítimos cidadãos. Também é importante pesquisar a história dos alunos para que o conteúdo a ser estudado esteja de acordo com seus interesses e realidade. É necessário ir além da constatação de que somos todos diferentes, e educar num espírito de compreensão, solidariedade, tolerância, amizade, paz, fraternidade, respeito e muito amor.
Jéssica da Rocha Barbosa 6912 - 4º Pedagogia Noturno.
O acesso a escola é um direito e dever de todos, hoje, o assunto de diversidade e direitos humanos é algo que está tornando mais presente no nosso ambiente escolar.
A escola deve incentivar os alunos para que eles aprendam a respeitar as diferenças, seja ela por raça, religião, etnias, pois estamos em um Pais que é miscigenado, e devemos respeitar os outros como eles são, com a diversidade cultural que cada um tem. Nós como futuros educadores, devemos ensinar nossos alunos desde pequenos a lidar com essas e outras situações que surgir, pois só assim que eles tornaram cidadães dignos.
Visto que hoje se fala tanto em diversidade cultural, em respeitar o diferente, a escola exerce um papel fundamental na formação desse novo tipo de educação, pois dentro de seus portões existe uma grande variedade de culturas, onde exemplos são bem mais fáceis de serem usados para salientar a importância do respeito ao próximo.
Em um mundo onde os valores estão sendo esquecidos, o papel da escola vai muito além da preparação acadêmica. É importantíssimo que desde cedo, crianças e jovens tenham a consciência de que ser diferente é algo normal e o que é importante realmente são princípios e valores.
RGM: 6723 - 4º Pedagogia Noturno - Faculdade Unida de Suzano - UNISUZ/UNIESP
Conviver com vários povos com diversas línguas e origem numa mesma sociedade não é fácil, porque cada um tem seu modo de ser e agir, mas cabe a cada um encontra em si próprio o amor, respeito ao próximo é essencial oferecemos mesmo que não simpatizamos com tal indivíduo.
Aprendemos em casa, na sociedade, inclusive na escola sobre a diversidade, à questão é ser vamos prática-la ou apenas ouvir e falar sobre ela.
Através da internet conhecemos países, estados e pessoas diferentes, que ficamos até indignados com algumas, leis, crenças,rituais delas, nem por isso vamos banalizar.
Ex: Nem todos islâmicos são terroristas, enfim seja na família, escola ou sociedade, vamos respeitar um ao outro sem preconceito não importando suas diferenças.
"Fazer a diferença é o que realmente importa, vamos usar todos os recursos que nós são oferecidos para o bem".
Maria Silvaneide RGM: 7142 4º Semestre Noturno.
Diversidade Cultural hoje em dia temos ouvido falar muito sobre ela e isso tem que ser trabalhado diariamente com todos na escola e fora dela na sociedade.
Nós seres humanos independente da cor, raça, religião ou cultura, o respeito e os valores que nós foi passados temos que colocarmos em práticas porque nenhum ser humano é igual ao outro. Infelizmente não é isso que vemos todos os dias nas redes sociais, nos deparamos constantemente com o preconceito, e a diversidade é respeitar a diferença do outro.
Márcia César RGM: 7143 4º semestre Noturno Pedagogia.
falar em diversidade cultural todos falam e de respeitar? Pode também ser muitos os que falam, mas e colocar isso em pratica? E ensinar como isso é feito quem faz? Quem deve fazer? A escola é um local que todos os dias se depara com isso, e com vários tipos, pois dentro de uma escola são existentes várias culturas, varias raças, varias cores, costumes, religião, etc., pois então não só dentro de uma escola, mais em todos os lugares que temos que saber respeitar a diversidade cultural pois isso é comum em qualquer local que fomos e sabendo respeitar ao próximo teremos um mundo menos preconceituoso e melhor para se viver.
Nathalia Kimberly Rocha Prudêncio RGM: 6921 4º semestre Pedagogia noturno.
Apesar de se falar em divesidades culturais, a escola ainda está longe de ser um exemplo,pois continua sendo um ambiente de muitos conflitos. Os valores que se tem hoje não são mais como eram antes.
Entretanto acho que o alunos deveriam respeitar mais seus colegas, professores e os demais funcionarios da escola. Enfim principalmente saberem respeitas as diferenças, não fazerem aos outros o que não gostariamos que fizesem conosco.
Luciana Regina da Conceição 4ª A pedagógia manhã.
Thaina Santos RA: 1020007224
4 Pedagogia Noturno
A educação por lei é um direito de todos, portanto na escola devesse respeitar ea aceitar a todos do jeito que são, com a cultura que têm. Falar de diversidade cultural é falar de respeito ao próximo. Acredito que deve-se ser ensinado e educado desde crianças pelos pais. Pois o pré conceito não é mais oculto como antes e sim explícito falam o que quer pra quem quer e quando quer. Na escola será o lugar da criança por em prática tudo o que aprendeu informalmente, onte terá seu primeiro contato com a sociedade, e é lá que terá um encontro com pessoas de diferentes cor, raça, cultura, etnia, gosto, gênero sexual, religião e estrutura familiar. Não só não escola mas durante sua vida toda, essas atitudes fará das novas gerações menos preconceituosa e mais diversificada.
Nathalia Kimberly Rocha Prudêncio RGM: 6921 4º semestre Pedagogia noturno
Falar em diversidade cultural todos falam e de respeitar? Pode também ser muitos os que falam, mas e colocar isso em pratica? E ensinar como isso é feito? Quem faz? Quem deve fazer? A escola é um local que todos os dias se depara com isso, e com vários tipos, pois dentro de uma escola são existentes várias culturas, varias raças, varias cores, costumes, religião, etc., pois então não só dentro de uma escola, mais em todos os lugares que temos que saber respeitar a diversidade cultural pois isso é comum em qualquer local que fomos e sabendo respeitar ao próximo teremos um mundo menos preconceituoso e melhor para viver.
Nathalia Kimberly Rocha Prudêncio RGM: 6921 4º semestre Pedagogia noturno
Os direitos humanos, mesmo que previstos na legislação, não é reconhecido e nem respeitado em muitos lugares. Diante disso a escola sendo um ambiente de convivência com diversidade é o lugar ideal para ensinar sobre a inclusão de todos, respeitar as diferenças e incentivar para todos tenham condições de acesso aos bens e serviços socialmente constituídos e que permitem a dignidade da pessoa.
É necessário olhar para dentro da escola e do currículo e verificar como as histórias estão sendo construídas e como se constrói os sentidos de pertencimento e exclusão.
A escola deve ser entendida como espaço democrático de desmascaramento das exclusões, deve contribuir para tornar visíveis as exclusões e ser o local que respeite os direitos humanos e sociais.
Kelly Lima Queiroga 4º Pedagogia Noturno RA: 1020007027.
Maria Ribeiro da Silva Lima RGM:1020006700 4º Pedagogia Matutino
Educação é para todos, e a maneira de efetivá-la é ensinar as crianças desde cedo a conviver com as dificuldades, que fazem parte da complexidade do ser humano e isso inclui também aceitar as próprias diferenças e as outras pessoas. Para tanto necessitamos respeito, amor, competência, ações cooperativas e muita vontade de aceitar o outro como único e com direitos a vida e ao processo permanente do aprender.
A escola hoje tem como objetivo fundamentais nos diretos humanos e na diversidade no ambiente escolar, a respeitar as diferenças e acrescentando culturas diferentes em um mundo cheio de mudanças.
A escola tem como esses principios em permanecer essa defesa justa na sociedade em plantar e produzir métodos para os alunos em conjunto a pratica e teórica a serem trabalhados esses diretos e deveres humanos em um espaço aberto de comunicação e democracia em aprendizado a diversidade e exclusão e descriminação na sociedade . Implantando informações para as crianças e os adolescentes nesse meio e espaço de convivência de mundo em conhecimentos nas leis e decretos nessa questão em respeito e aceitação de diferenças, para alcançar objetivos de valores, autonomia de ideias e diversidade a ser respeitados. Para que esses alunos possa trazer na sua formação escolar e na sua vida adulta um mundo sem preconceito a ser respeitado pelo direitos humanos , tornando assim um ser humano melhor que ontem em uma visão de olhar de igualdade social a todos. Vera Lucia Viega Assis RGM: 2014019705 4º pedagogia Noturno.
Bruna Cristine Veras Fiorin rgm: 6972 pedagogia noturno
Hoje em dia falar em diversidade cultural é falar de respeito ao próximo.Conviver com vários povos com diversas línguas e origem numa mesma sociedade não é fácil, porque cada um tem seu modo de ser e agir, mas cabe a cada um encontra em si próprio o amor, respeito ao próximo é essencial oferecemos mesmo que não simpatizamos com tal indivíduo. A escola é um local que todos os dias se depara com isso, e com vários tipos, pois dentro de uma escola são existentes várias culturas, varias raças, varias cores, costumes, religião, etc. mais não é só na escola que devemos falar desse assunto, mas em todo e qualquer lugar temos que respeitar o próximo.
Jéssica Ap. Tarocco Rgm: 6825 4º Pedagogia Matutino.
Ao falarmos de diversidade e direitos humanos não podemos deixar de pensar em igualdade sendo social, cultural, racial,etc... porém sabemos que no mundo de hoje está cada vez mais distantes de se alcançar essa igualdade entre todos. A sociedade vem se expandindo repleta de individualismo e preconceitos ainda inseridos mesmo com o avanço de informações.
É preciso que a escola junto à comunidade busque formas mais eficazes para se trabalhar todo esse individualismo, e que façam com que os alunos percebam que nós brasileiros somos seres miscigenados e vivemos em grande diversidade cultural, em uma vez que o primeiro contato social de uma criança é na escola onde ela aprende a interagir em meio as trocas de experiências sociais e culturais.
A educação é para todos independente de qualquer circunstância, deve-se respeitar a diversidade, diversidade cultural é um assunto que nunca sai de foco, todos nós devemos respeitar as diferentes culturas.
Uma criança não nasce com preconceito, ela adquire atrás do adulto que não sabe respeitar as diferenças, por isso quando a criança fizer determinada pergunta deve-se tomar muito cuidado com a resposta, pois ela levara para a vida.
Tanto a escola quanto os pais ocupam um papel importante na vida educacional da criança e desde pequenos devem aprender que ser diferente é normal.
MARIA ARAUJO 4º PEDAGOGIA NOTURNO RGM:7107
Vanessa Gomes - 6709 - 4º PEGAGOGIA NOTURNO.
Os pais juntamente com a escola deve ensinar desde pequenos as crianças que ser diferente é normal, vivemos em um País que é miscigenado e devemos lidar com esta situação da melhor maneira possível, pois a Educação é Inclusiva, ou seja é para todos.
Devemos ensinar nossas crianças desde cedo a aprender lidar com a diversidade cultural, e acima de tudo que elas respeitem o próximo e aceitem cada pessoa da maneira e costumes que elas possui. Assim formaremos seres críticos e legítimos cidadães.
Apesar de a Constituição Federal garantir liberdade e dignidade para todos, ainda encontramos comportamentos de exclusão e falta de respeito aos direitos garantidos. A educação por exemplo é um direito no qual ninguém pode ser privado, porém sabemos que nem todos têm essa garantia, e mesmo com acesso à escola muitos alunos ainda sofrem com falta de recursos didáticos, falta de profissionais qualificados, dificuldades de acesso à escola, entre outros. E nesse embate entre direitos e deveres a escola se torna o palco principal dessas batalhas, já que é lá onde se concentra a diversidade, vários interesses, várias culturas, vários ideais, e é na escola onde os direitos humanos deveriam ser garantidos a todos, porém não é bem isso que encontramos atualmente. Contudo, acredito que somente através da educação conseguiremos transformar, não só nosso pais, mas o mundo todo, pois só através dela conseguiremos enxergar o outro como igual e garantir assim os direitos humanos.
ALINE ALVES 6762- 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- MATUTINO
Através da educação podemos sempre ter a esperança de um mundo melhor e mais humano. Onde pessoas entendam cada vez mais sobre as diversidades raciais, respeitando uns aos outros e cumprindo com seus direitos e deveres ao próximo. E cabe ao educador passar para seus alunos essa troca de conhecimentos e valores, pois a escola é um grande espaço para trabalharmos a socialização e aprendermos nossos valores como ser humano
Através da educação podemos sempre ter a esperança de um mundo melhor e mais humano. Onde pessoas entendam cada vez mais sobre as diversidades raciais, respeitando uns aos outros e cumprindo com seus direitos e deveres ao próximo. E cabe ao educador passar para seus alunos essa troca de conhecimento e valores, pois a escola é um grande espaço para trabalharmos a socialização e aprendermos sobre nossos valores como ser humano.
Erika Aparecida, Rgm 7197, Ped A Turma Manhã, 4 semestre.
A diversidade é uma das maiores riquezas que temos.
A questão dos direitos humanos constitui um dos eixos fundamentais da poblematica da sociedade nos dias atuais ,pois os desafios são muitos .
Os PPPS das escolas nas atualidades tem que ser voltado a uma função social possibilite a participação do indivíduo em sua existência . Como sujeitos de direitos ativos na realidade que se constrói historicamente , pois a educação é a bagagem para um futuro por isso é direito de todos.
A diversidade cultural deve ser trabalhada de modo geral,desde os anos iniciais das Instituições de ensino e na sociedade como um todo, com o intuito de estabelecer o respeito e a diferença desde cedo.O assunto de diversidade e direitos humanos é algo que já está presente no ambiente escolar pois, é lá onde a criança tem o primeiro contato fora do âmbito familiar e encontra uma raça, cultura, etnia,gênero sexual e religião totalmente diferente doa sua, então é necessário que ela saiba lhe dar com as diferenças.
CARLA CRISTINA NEVES DOS SANTOS 6593 4° PEDAGOGIA- MATUTINO.
A escola é o espaço em que se faz necessário conscientizar o respeito a diversidade, é preciso prepara aulas e atividades que estimulem os trabalhos em grupos e que valorizem todos da forma como são, é sempre necessário lembrar que apesar de diferentes somos todos iguais e possuímos direitos. ainda existe muita intolerância , mas acredito que somente através da educação podemos construir um mundo humano e com respeito a todos.
Daiane Carvalho Alves RGM: 6829
4ºPedagogia - Matutino
O tema diversidade, logo nos remete a uma infinita quantidade de, opiniões e realidades construídas ao decorrer das experiências vividas, contudo é um assunto polêmico, pois muitos não respeitam se esquecendo que o Brasil é de grande miscienação. Os alunos, não podem ter sua capacidade avaliada por meio de sua cor, raça, gênero, etnia ou outros critérios que não sirvam de parâmetros de ensino e aprendizagem do educando.
Sheila C. de Oliveira 6922 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- MATUTINO
O tema diversidade, logo nos remete a uma infinita quantidade de, opiniões e realidades construídas ao decorrer das experiências vividas, contudo é um assunto polêmico, pois muitos não respeitam se esquecendo que o Brasil é de grande miscienação. Os alunos, não podem ter sua capacidade avaliada por meio de sua cor, raça, gênero, etnia ou outros critérios que não sirvam de parâmetros de ensino e aprendizagem do educando.
Sheila C. de Oliveira 6922 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- MATUTINO
O tema diversidade, logo nos remete a uma infinita quantidade de, opiniões e realidades construídas ao decorrer das experiências vividas, contudo é um assunto polêmico, pois muitos não respeitam se esquecendo que o Brasil é de grande miscienação. Os alunos, não podem ter sua capacidade avaliada por meio de sua cor, raça, gênero, etnia ou outros critérios que não sirvam de parâmetros de ensino e aprendizagem do educando.
Sheila C. de Oliveira 6922 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- MATUTINO
A escola precisa de espaço para ensinar a crianças e viver na sociedade, mas o convívio está sendo menos valorizado pois o respeito e a honestidade . Então cabe ao professor ensinar esses valores.
Já o direito humano na escola e colocado em prática pois vivemos com essas diferenças em nosso dia a dia.
Silvia Gislene Duarte RGM: 7082 Pedagogia Noturno
4 semestre
Para falarmos em diversidades, direitos humanos e exclusão temos que entender que é responsabilidade de todos. Termos que aprender a viver com as diferenças e perceber a importância do próximo.
Diferenças são os que nos tornam próximos, a extrema semelhança não atrai a curiosidade para o desconhecido, se tudo é monótono e igual simplesmente tudo perde a graça e o sentido.
Para falarmos em diversidades, direitos humanos e exclusão temos que entender que é responsabilidade de todos. Termos que aprender a viver com as diferenças e perceber a importância do próximo.
Diferenças são os que nos tornam próximos, a extrema semelhança não atrai a curiosidade para o desconhecido, se tudo é monótono e igual simplesmente tudo perde a graça e o sentido.
JULIANA DIAS SHIROSAKI 7100 4º PED. MANHÃ
A diversidade e a cara do Brasil, pois somos um dos pais onde há muitas misturas, tanto de raça quanto de religião e culturas. Por mais que esta mistura seja grande em nosso país, o respeito e tolerância não andaram juntos. Há preconceitos ocultos, mascarados, e por mais que hajam leia garantindo a dignidade e igualdade, na maioria das vezes elas não se cumprem. Os pedagogos tem grande importância na formação das crianças, trabalhando a diversidade e tolerância desde pequenos. Mostrar que o diferente do que estamos acoatumas também é normal.
Uma escola que é inclusiva, muda sua perspectiva de mundo, ajuda professores a repensarem seu papel e contribuir para a construção de uma nova geração, que consiste na formação de seus alunos para a convivência numa cultura de diversidade e de direitos.
Vanessa Neves Martins RGM: 6785 4° Semestre - Pedagogia - Matutino
A diversidade é um assunto que ainda requer muita atenção pois existem leis que muitas vezes não saem do papel e não são colocadas em pratica em lugar nenhum muito menos nas escolas. Quando a criança se depara com as diferenças na escola não sabem nem como lidar com a situação pois o enino que vem de casa também é falho em relação ao assunto alguns pais infelizmente não ensinam os filhos a respeitarem os outros mesmos com suas diferença seja ela qual e acham que a escola que tem que fazer o seu papel.
KARINE ROBERTA RGM 6963 4° PED. NOTURNO ..
É de grande importância fazer com que os alunos logo nos primeiros anos de ensino “educação infantil”, aprendam a respeitar e conviver com as diferenças dos colegas, fazer com que eles tenham o conhecimento da diversidade existente em nossa sociedade. Afinal ninguém nasce sabendo certo ou errado; O preconceito, a descriminação e as diferenças devem ser discutidos em sala de aula com essas crianças e mostrar que somos todos iguais não importa a cor ou raça. “Ninguém aprende só mais em contato com o outro”.
Nome: Amanda Vale-6701 4ª Pedagogia
Mesmo a lei garantindo o direito de igualdade para todos, ainda há uma enorme barreira a ser quebrada devido ao grande preconceito existente na sociedade. Diante disso a escola tem exercido papel fundamental na formação e orientação dos alunos pois é nela onde se concentra a maior variedade de culturas. Desta maneira é necessário cada vez mais se investir em uma educação de qualidade, transformadora capaz de mostrar um novo olhar quanto a diversidade cultural estabelecendo a igualdade.
EDIMAGNA ALVES 6849- 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- MATUTINO
É NA ESCOLA ONDE A CRIANÇA TEM O PRIMEIRO CONTATO SOCIAL, PORÉM OS PAIS DEVEM ENSINAR AS CRIANÇAS DESDE PEQUENAS QUE VIVEMOS EM UM PAIS REPLETO DE DIVERSIDADE CULTURAL E COSTUMES E QUE DEVEMOS APRENDER A CONVIVER E RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. NA ESCOLA É O LOCAL ONDE SE ENCONTRA ESSAS DIVERSIDADES ENTÃO CABE AO PROFESSOR JUNTO COM A FAMÍLIA ORIENTAR E PROMOVER.NO ALUNO O SENTIMENTO DE VALORIZAÇÃO CULTURAL E ACIMA DE TUDO RESPEITAR O PRÓXIMO INDEPENDENTE DE SEUS COSTUMES E CULTURAS.
BRUNA CARVALHO DE OLIVEIRA 6826 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- MATUTINO
Matheus Moreira Bispo RGM:1020007148 4ª Pedagogia Noturno
Quando se fala em diversidade, independente de qual seja, cultural ou etnicas devemos ressaltar que somos de um país miscigenado, em que somos diferentes, porém temos direitos e deveres iguais, para fundamentar meu argumento vou citar uma frase de Nelson Mandela que diz "Ninguém nasce odiando alguém, pois o ódio é ensinado, assim como o ódio pode ser ensinado,o amor também pode"cabe a mim como futuro pedagogo ensinar e impregnar no meu aluno o respeito e amor ao próximo, diante disso disso entendo o papel crucial da escola na formação social do ser humano e da busca incansável de um país melhor
Infelizmente sabemos que por mais que se fala em diversidade e direitos humanos, a luta é muito grande para que saia da lei e se cumpra na vida das pessoas. É importante lembra que o Brasil tem uma grande diversidade cultural e o espaço escolar é fundamental no desenvolvimento físico, cognitivo, e formação de um sujeito autônomo. Pois tudo isso vem de casa e vai se aperfeiçoando na escola onde ela começa a conviver com outras crianças e adultos também, vamos sim passar essa ideia adiante e lutar por um mundo e uma educação melhor e digna para todos.
A escola deve ser entendida como espaço democrático de desmascaramento das exclusões, deve contribuir para tornar visíveis as exclusões e ser o local que respeite os direitos humanos e sociais de todas as pessoas.
Thais Rodrigues Patricio RGM: 6778
Thais Rodrigues Patricio RGM: 6778 4º semestre Pedagogia- Matutino
Infelizmente sabemos que por mais que se fala em diversidade e direitos humanos, a luta é muito grande para que saia da lei e se cumpra na vida das pessoas. É importante lembra que o Brasil tem uma grande diversidade cultural e o espaço escolar é fundamental no desenvolvimento físico, cognitivo, e formação de um sujeito autônomo. Pois tudo isso vem de casa e vai se aperfeiçoando na escola onde ela começa a conviver com outras crianças e adultos também, vamos sim passar essa ideia adiante e lutar por um mundo e uma educação melhor e digna para todos.
A escola deve ser entendida como espaço democrático de desmascaramento das exclusões, deve contribuir para tornar visíveis as exclusões e ser o local que respeite os direitos humanos e sociais de todas as pessoas.
Infelizmente sabemos que por mais que se fala em diversidade e direitos humanos, a luta é muito grande para que saia da lei e se cumpra na vida das pessoas. É importante lembra que o Brasil tem uma grande diversidade cultural e o espaço escolar é fundamental no desenvolvimento físico, cognitivo, e formação de um sujeito autônomo. Pois tudo isso vem de casa e vai se aperfeiçoando na escola onde ela começa a conviver com outras crianças e adultos também, vamos sim passar essa ideia adiante e lutar por um mundo e uma educação melhor e digna para todos.
A escola deve ser entendida como espaço democrático de desmascaramento das exclusões, deve contribuir para tornar visíveis as exclusões e ser o local que respeite os direitos humanos e sociais de todas as pessoas.
QUERIMA LEILA 7070 - 4º Semestre Pedagogia - Matutino.
Ao falarmos sobre diversidade, não podemos deixar de citar que o Brasil é um país miscigenado e de grande diversidade cultural, entretanto sabemos que não existem grandes iniciativas para promover a integração entre essas culturas o que por sua vez da origem ao pré-conceito e a discriminação.
A escola por diversas vezes traça o primeiro contato das crianças com toda essa diversidade e assim torna-se o ponto crucial para a integração.
Como aspirante a pedagoga considero que seja primordial a preparação dos profissionais da área não apenas para integrar e interagir com seus alunos, mas também para promover entre os educandos a diversificação e compreensão entre as diferenças, garantindo assim a preservação dos direitos humanos.
Saber e conhecer os direitos humanos pelo que este artigo nos mostra os alunos já sabem. O problema é coloca-los em prática, o que vemos hoje é a grande falta de respeito que existe de um para com os outros. Todos só se tratam bem por interesse e é raro quando encontramos alguém que ainda tenha princípios e os exerçam.
Realmente é dever da escola e dos educadores ensinar e estabelecer limites as crianças desde cedo,como os direitos básicos, por exemplo, porém fundamental mesmo é que os PAIS eduquem seus filhos em casa, principalmente com exemplos positivos,pois o que vemos hoje são muitas crianças com costumes horríveis,mimadas e até mesmo que mandam em casa e quando observamos os pais vemos com quem esses aprenderam.
A educação só será boa e de qualidade quando o corpo docente,a gestão,os pais e alunos (todos que fazem parte da escola) estiverem unidos, mas não nessa união fingida que muitos acreditam existir e sim na união que faz a diferença, onde um ajuda o outro e todos se preocupam com a educação não só de seus filhos mas de todos que fazem parte de nosso país.
Afinal a educação de hoje é o nosso futuro de amanhã.
Nayara Paulino dos Santos RGM:6920 4º semestre - Pedagogia Matutino
A Escola é um espaço social, onde todos devem ter liberdade de ser quem realmente é, sem deixar lugar para o preconceito, racismo e intolerancia. É na escola onde os educandos tem contato com pessoas de culturas, credos, vidas diferentes, e essa diversidade é uma das caracteristicas do ambiente escolar. Por isso é importante que todos saibam seus direitos. e acredito que a escola deveria ter em sua grade curricular os direitos e deveres dos cidadãos, para que todos os conhecessem de fato. Desse modo, a Educação estaria contribuindo para o desenvolvimento da sociedade em sua totalidade, melhorando e aumentando o Respeito ao proximo, a tolerancia em relação ao diferente, e a valorização da diversidade que há em todos nós.
DAIANE MARCILINO FERRAZ DOS SANTOS RGM:7074 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA - MATUTINO
A instituição escolar tem que ser um ambiente positivo, pois educação com qualidade é para todos. Onde todos tenham os mesmos direitos e deveres, independente da diversidade cultural, social. Com uma educação inclusiva, o professor é fundamental para mediar situações. onde os alunos percebam que todos somos iguais independente de crença, cor ou classe social.
THAIS SANTOS LEAL OLIVEIRA - RGM: 6780 4º SEMESTRE PEDAGOGIA - MATUTINO
A instituição escolar tem que ser um ambiente positivo , pois educação com qualidade é para todos. Onde todos tenham os mesmos direitos e deveres, independente da diversidade cultural, social. Com educação inclusiva o professor é fundamental, para mediar situações. Onde os alunos percebam que todos somos iguais independente de crença, cor ou classe social.
THAIS SANTOS LEAL OLIVEIRA - RGM: 6780 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA MATUTINO
Vivemos em um país onde o diferente é assustador ,apesar da lliberdade para todos ainda se vê falta de igualdade para todos, a educação é para todos mas sabemos que nem todos adquirem este diretito ou não tem acesso. Sempre há uma discussão em relação ao direito de aprender, com a qualidade de ensino , sendo que é neste âmbito escolar que se concentra culturaa diferentes , sociedades, estilos e mundos diferentes.
A partir dai que surge o direito de todos em igualdade, sendo que se presa mais o ter com o ser ,e é a partir dai que deveria surgir a igualdade de todos , pois desde pequenos temos que acreditar nas mudanças , pois é através da educação e respeito que se nasce um país melhor.
Thuane Aparecida Martins Barbosa -6740 - 4° semestre MATUTINO
Vivemos em um mundo globalizado, mas altamente diversificado culturalmente. Este fato apresenta-se como um desafio para a sociedade atual, pois as grandes transformações ocorridas estão a toda hora desafiando os cidadãos a uma nova situação de vida, atingindo diretamente as tradições mais cristalizadas de nossa sociedade. Isso provoca um processo de desenvolvimento social que, na maioria das vezes, é carente de uma reflexão crítica, pois os sujeitos encontram-se subordinados a uma macroestrutura de mercado que os impõe determinados 'produtos' e concepções impostos pela cultural hegemônica.
Neste sentido, acreditamos que a escola é de fundamental importância, visto que, ela pode desenvolver em seus alunos, esta capacidade de análise e reflexão crítica. Para isso, a escola deve ser compreendida como integrante do processo de formação do cidadão e da sociedade e não apenas, como uma mera reprodutora de conhecimentos, mas como uma produtora de conhecimentos comprometida socialmente. Sendo assim concluo que a criança é um ser puro sem preconceitos , o preconceito está no mundo, e atinge aqueles que o aceita, então a escola tem um grande dever de exercer da melhor maneira possível ações que eliminem algum tipo de gesto ao racismo.
Aluna: Letícia Santana Rgm: 6820
4°Pedagogia matutino .
Bruna Ribeiro Zanon 6943 4º Pedagogia Noturno
A educação e a diversidade são interligadas, a constituição garante a liberdade e dignidade para todos, porém, é na sala de aula que podemos por a legislação em prática, pois é nela que estamos em convívio social e devemos mostrar para nossos alunos a diversidade presente no ambiente, como : cor, raça, religião etc... Educar a criança de hoje em uma educação inclusiva, é formar um adulto reflexivo e aberto a diversidade que o mundo nos fornece.
Bruna Ribeiro Zanon RGM 6943 4° PEDAGOGIA NOTURNO
A educação e a diversidade são interligadas, a constituição garante a liberdade e dignidade para todos, porém, é na sala de aula que podemos por a legislação em prática, pois é nela que estamos em convívio social e devemos mostrar para nossos alunos a diversidade presente no ambiente, como : cor, raça, religião etc... Educar a criança de hoje em uma educação inclusiva, é formar um adulto reflexivo e aberto a diversidade que o mundo nos fornece.
Como já visto no decorrer do semestre e da vida também, pode-se observar que os responsáveis peça educação é a escola e a família, os pais tem o dever de ensinar seus filhos desde pequenos, para que assim estes além do ensino , haja educação, respeito e ética. Por Lei é falado que a educação é para todos, ou seja, é de direito de todos e além de qualquer coisa deve ser ensinada e mostrada a diversidade cultural.
Letícia Yumi Aro - 6973 - 4° pedagogia Noturno.
Como já visto no decorrer do semestre e da vida também, pode-se observar que os responsáveis peça educação é a escola e a família, os pais tem o dever de ensinar seus filhos desde pequenos, para que assim estes além do ensino , haja educação, respeito e ética. Por Lei é falado que a educação é para todos, ou seja, é de direito de todos e além de qualquer coisa deve ser ensinada e mostrada a diversidade cultural.
Letícia Yumi Aro - 6973 - 4° pedagogia Noturno.
É inacreditável que ainda hoje tenhamos que conviver com com tanto preconceito, visto que temos avançado em vários campos. Vivemos em um país que a diversidade cultural é nítida e precisamos respeitar mais o ser humano. A escola ainda é muito falha, mesmo exercendo um papel fundamental na educação do aluno, esta longe de ser, pois o aluno já deveria carregar consigo uma educação que vem de casa.
Faculdade Unisuz- Neuci Sanches RGM: 6940
É inacreditável que ainda hoje tenhamos que conviver com com tanto preconceito, visto que temos avançado em vários campos. Vivemos em um país que a diversidade cultural é nítida e precisamos respeitar mais o ser humano. A escola ainda é muito falha, mesmo exercendo um papel fundamental na educação do aluno, esta longe de ser, pois o aluno já deveria carregar consigo uma educação que vem de casa.
Entende se por direitos humanos princípios que garantam a dignidade humana e boas condições de vida, sendo assim os direitos humanos como um direito de todos deve garantir condições igualitárias a todos os sujeitos. Dentre essas condições se encontra a educação que é um direito de todos estabelecidos em lei e tem como finalidade o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Partindo da determinação de que a educação é um direito de todos, fica claro que a escola tem também a função de estabelecer uma cultura de respeito e valorização das mais diversificadas culturas presentes em nosso país, fica claro também o papel do pedagogo em utilizar dessa diversidade para aprimorar sua prática e levar seus educandos a consciência do respeito e da importância dessa diversidade para a sociedade.
Viviane Estevão RGM: 6814
4° Pedagogia noturno
Kelly Brum 7189 4 matutino.
Hoje em todos lugares que vamos esta a diversidade, principalmente na escola, quando falamos de diversidade logo nos lembramos de respeito ao ser humano,nos como futuras pedagogas podemos passar para nossos pequenos alunos desde cedo e assim podemos ajudar a formar ótimos seres humanos com bom caráter,,
A escola é o ambiente em que a criança terá o primeiro contato com culturas diferentes da dela, la ela encontrar inúmeras pessoas que tem costumes diferentes do seus, por isso é importante ter um olhar atento a forma que essa socialização ira acontecer, de maneira a banir todo e qualquer preconceito que possa aparecer dentro da escola, entendendo que vivemos em um pais multicultural.
Karoline Gomes 7054 4° Pedagogia - Matutino
A educação é um direito de todo ser humano da qual cada um não pode ser privado dela, porem ainda encontramos muitas diversidade e falta de dever de dar uma educação de qualidade a todos. Sabemos que a educação esta cada vez mais escarça e lutamos cada dia para que tenha profissionais capacitados para que na salas possa formar cidadoes que tambem queira fazer parte de um mundo melhor e contribui. As crianças é o melhor começo para uma educação de qualidade e um mundo melhor. É direito de todos assim como de crianças especiais a facilidade na inclusao das mesmas.
SANDRYNE DOS SANTOS 4 SEMESTRE PEDAGOGIA-MATUTINO
A educação é um direito de todo ser humano da qual cada um não pode ser privado dela, porem ainda encontramos muitas diversidade e falta de dever de dar uma educação de qualidade a todos. Sabemos que a educação esta cada vez mais escarça e lutamos cada dia para que tenha profissionais capacitados para que na salas possa formar cidadoes que tambem queira fazer parte de um mundo melhor e contribui. As crianças é o melhor começo para uma educação de qualidade e um mundo melhor. É direito de todos assim como de crianças especiais a facilidade na inclusao das mesmas.
SANDRYNE DOS SANTOS 4 SEMESTRE PEDAGOGIA-MATUTINO
É de extrema importância falarmos dos direitos humanos pois as leis nos garante muito direitos porém na realidade nem tudo se cumpre. A escola é um ambiente na qual o indivíduo se desenvolve constantemente, cabe aos professores e toda equipe escolar orientar e desenvolver meios na qual contribua para uma educação inclusiva, que atenda a todos independente da sua cultura, cor, condição social ou física. Estabelecer princípios na qual exclua a desigualdade e preconceito em nossa sociedade.
Gildaci Oliveira santos 6694
4 pedagogia noturno
A escola é o lugar onde a diversidade cultural é muito grande, usando isso a seu favor, esse conceito deve ser trabalhado desde cedo com os alunos para que o preconceito não seja criado dentro de cada um. É preciso o professor estar atualizado com o mundo para levar aos alunos, que hoje querem sempre mais, assuntos como tecnologia e diversidade. Esses assuntos podem ser grandes aliados para trabalhar as diferenças culturais positivamente, para que se tornem adultos críticos e que respeitam a diversidade do próximo.
MAYARA MACHADO 6769 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- NOTURNO
É urgente a necessidade de levar o homem a reconstruir sua mentalidade social, de modo que ele seja capaz de enchergar que o mundo é construido por grandes e reais diferenças humanas, e que essas diferenças são riquezas de valores, quando digo homem me refiro a todos, e na escola, desde o pai até o aluno, porque esse respeito tem que ser passado em casa para a crianças.
MAYARA MACHADO 6769 -4º SEMESTRE DE PEDAGOGIA - NOTURNO
A uma necessidade enorme de levar o homem a reconstruir a sua mentalidade social, para que ele fique capaz de ver que o mundo é constituído por grandes e reais diferenças humanas e que essas diferenças são riquezas de valores. Quando me refiro a homem me refiro também aos pais, que não ensinam isso aos seus filhos, ao chegar na escola as crianças tem que trazer esse respeito já com elas .
MAYARA MACHADO 6769 - 4º SEMESTRE DE PEDAGOGIA- NOTURNO
A uma necessidade enorme de levar o homem a reconstruir a sua mentalidade social, para que ele fique capaz de ver que o mundo é constituído por grandes e reais diferenças humanas e que essas diferenças são riquezas de valores. Quando me refiro a homem me refiro também aos pais, que não ensinam isso aos seus filhos, ao chegar na escola as crianças tem que trazer esse respeito já com elas .
Muito se fala em diversidade cultural hoje em dia, é fácil escrever sobre diversidade, é fácil definir ou mesmo falar sobre este tema, o difícil mesmo é fazer com que ela aconteça na prática, vejo muitas pessoas a favor da diversidade, porém nem tantas praticando como deveria. Precisamos estar dispostos e com a mente aberta não só para aceitar, mas também respeitar as diferenças, acredito que o melhor jeito de se praticar essa diversidade é convivendo com as diferenças.
Rafaela Moreira 6855 - 4º Semestre Pedagogia Noturno
Hoje em dia as diferenças estão cada vez maior e falar em escola e não falar em divercidade é impossível, por que nela própria tem varias pessoas todas com suas diferenças.
O que é preciso é que desde pequenos eles aprenda a conviver e respeitar as pessoas pois só assim o mundo vai melhora, e a missão de ensinar isso as crianças deixou de ser só dos pais tambem se tornou um dever da escola.
ALINE APARCIDA DOS SANTOS. RGM: 6717, 4° Semestre de Pedagogia Noturno
Muito se fala em diversidade cultural hoje em dia, é fácil escrever sobre diversidade, é fácil definir ou mesmo falar sobre este tema, o difícil mesmo é fazer com que ela aconteça na prática, vejo muitas pessoas a favor da diversidade, porém nem tantas praticando como deveria. Precisamos estar dispostos e com a mente aberta não só para aceitar, mas também respeitar as diferenças, acredito que o melhor jeito de se praticar essa diversidade é convivendo com as diferenças.
Rafaela Moreira 6855 - 4º Semestre Pedagogia Noturno
AMANDA CAROLINE BARBOSA DE SOUZA - 6881 - 4º SEMESTRE PEDAGOGIA NOTURNO.
A educação é direito de todos, mas nem sempre isso é valorização da devida maneira, o governo não acredita nas crianças de nosso país que são nosso futuro, o Brasil é um dos países com um numero absurdo de analfabetos, em pleno século XXI ainda existem muitas pessoas analfabetas, infelizmente o governo não se preocupa como deveriam se preocupar com a educação, acredito que por falta de profissionais capacitados, por falta de verbas destinadas a educação ou até mesmo por interesses das pessoas, e é na escola onde devemos investir mais porque é na escola que estão os novos professores, novos médicos e até mesmo os novos políticos.
Se não nos preocuparmos com a educação como será daqui a vinte anos? Quando essas crianças crescerem? O que elas irão se tornar? Isso depende de nós, tanto educadores como pais, educar nossas crianças para um futuro melhor.
A diversidade cultura ainda é pouco respeitada, infelizmente o governo não se importa tanto com isso, eles se importam mais em incluir, mais para ter a inclusão é necessário ter os equipamentos necessários nas escolas para receber a inclusão adequadamente, devemos respeitar a todos, porque o direito é educação é para todos.
Teoricamente vivemos em um mundo que prega a liberdade e dignidade de todos até mesmo existem leis que falam de tão afirmação , porem ainda hoje em um mundo tão desenvolvido somos obrigados a ver que muitos vivem em um constante pre conceito, o Brasil é a prova viva de mistura de raça, cor, cultura dentre outros. Precisamos estar cientes que todos somos iguais independente de qualquer coisa. A educação é um direito de todos, sem descriminação, esta assegurado em lei a educação de QUALIDADE é um direto de TODOS, essa batalha já esta vencida a muito tempo antes a sociedade descriminava a classe mais humilde só os burgueses poderiam estudar e seu formar, pois os proletariados deveriam apenas aprender o trabalho, e não estudando não tinham estudo suficiente para revindicar seus direitos, apenas tinham o dever.
Hoje a história toma outro rumo todos tem direito a esta educação, e que esta sejam de qualidade, nós como futuros professores já temos que nos preocupar em formar alunos cidadãos, que saibam viver em em sociedade mistica.
Contudo cabe a educação trabalhar na criança desde pequena, para tornar-se um adulto consciente e sem discriminação de pessoas.
ALUNA : ROSANGELA AP. OLIVEIRA DOS SANTOS
RGM 7139- 4º SEMESTRE PEDAGOGIA- NOTURNO
Somos assegurados por leis porem ainda vivemos com uma sociedade muito preconceituosa que esquece que o mundo é de todos e todos somos um.
é lamentável ver em reportagens o quão o ser humano é ruim, não sabe lidar com as diferenças, cabe a nós futuros educadores, pensar em como podemos inserir na cabeça dos alunos desde crianças que precisamos lidar com a diferença de raça, cor, cultura, religião dentre outros.
Já se foi a época de decidir quem pode e quem não pode ter acesso a educação, assegurado por lei todos tem direito á educação.
Rosangela Aparecida Oliveira dos Santos
RGM 7139 - 4º Semestre - Noturno.
Somos assegurados por leis porem ainda vivemos com uma sociedade muito preconceituosa que esquece que o mundo é de todos e todos somos um.
é lamentável ver em reportagens o quão o ser humano é ruim, não sabe lidar com as diferenças, cabe a nós futuros educadores, pensar em como podemos inserir na cabeça dos alunos desde crianças que precisamos lidar com a diferença de raça, cor, cultura, religião dentre outros.
Já se foi a época de decidir quem pode e quem não pode ter acesso a educação, assegurado por lei todos tem direito á educação.
Rosangela Aparecida Oliveira dos Santos
RGM 7139 - 4º Semestre - Noturno.
Somos assegurados por leis porem ainda vivemos com uma sociedade muito preconceituosa que esquece que o mundo é de todos e todos somos um.
é lamentável ver em reportagens o quão o ser humano é ruim, não sabe lidar com as diferenças, cabe a nós futuros educadores, pensar em como podemos inserir na cabeça dos alunos desde crianças que precisamos lidar com a diferença de raça, cor, cultura, religião dentre outros.
Já se foi a época de decidir quem pode e quem não pode ter acesso a educação, assegurado por lei todos tem direito á educação.
Rosangela Aparecida Oliveira dos Santos
RGM 7139 - 4º Semestre - Noturno.
Hoje em dia falar em diversidade cultural, é muito fácil porem não é isso que observamos nas escolas no qual o preconceito já vem desde o professor nós professores como mediadores temos que moldar a sociedade e fazer-la enxergar o mundo de uma forma diferenciada, no qual um respeite o outro.
Karolina Aparecida de Freitas Gonçalves 6739- 4º SEMESTRE PEDAGOGIA-NOTURNO
Com o pensar que a educação é um direito de todos, ela deve atender a qualquer tipo de diversidade, sendo ela o primeiro passo da criança com o meio social.
Para desenvolvermos uma nova consciência de igualdade, é necessário começarmos a educar crianças á essa diversidade assim como reeducar adultos, para conseguirmos transformar a educação como direito garantido e assegurado para todos.
Débora Silva
RGM: 6894
4ª PEDAGOGIA - NOTURNO
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Somos integrantes de um pais multiculturalista, que obtém uma diversidade muito grande que engloba o mundo em geral, ela é compostas por diferentes etnias e por ser um país onde recebe a todos sem restrições deveria ser feita a conscientização nas crianças desde os anos iniciais nas escolas, supondo que a educação é um direito de todos atribuindo valores ao diferente, independente de sua cor ou classe social, ou seja, temos pautado em lei o direito e deveres de cada individuo dentro da sociedade, mas na prática não é o que acontece pois vivemos numa sociedade onde os valores estão invertidos e isso interfere diretamente no convívio social, por isso precisamos por em pratica ações, estrategias que venham quebrar preconceitos, discriminações para que a escola venha ser inclusiva e não somente aquela escola que integra o aluno, quem sabe esses não podem ser os passos que irão dar inicio ao que idealizamos como uma educação de qualidade.
Débora Silva
RGM: 6894
Pedagogia - Noturno
Angelita Machado Correia -7019 - 4° Pedagogia - Noturno
Diversidade uma palavra com um amplo significado, que apresenta múltiplos aspectos e que se diferenciam entre si, diversidade cultural, biológica, étnica, linguística, religiosa, etc..
Como não encontrar diversidade nas escolas, a escola tem que estar preparada para o novo. Os alunos tem que ter consciência dos seus direitos e deveres e lutar por eles. O aluno tem direito a uma educação de qualidade, destinado a todos.
E fundamental que nós dias atuais se tenha não somente uma escola inclusiva, mas pessoas dispostas a incluir e fazer parte de uma sociedade inclusiva, a grande necessidade das escolas de formarem pessoas capazes de receber e incluir.
MARCELA TARIFA RODRIGUES RGM 6300 - PEDAGOGIA 6º NOTURNO
Kelly Brum RGM 7189 Matutino pedagogia 4 semestre
È muito importante falarmos de direitos humanos, pois na área da educação vamos lidar com diversidades de grupos e culturas no ambiente escolar.O direito humano está previsto por lei na legislação porém ainda não tem um respeito que deveria ter segundos artigo acima, tenho que concorda pois vivenciamos inúmeras situações, esse direito veio através de lutas para que todos possam viver com autonomia.
Todas as crianças e adolescentes veio ao mundo como sujeitos de direitos e esse direito deve ser respeitados está no estatudo da criança e adolescente. Infelizmente através de observação e da vida cotidiana percebe-se que as atividades escolares é ditas de acordo com grupos dominantes e direito humanos fica de lado. Mas na formação academica consegui-se percebe como os professores pode ajuda para que as novas gerações pode ter uma percepção de vida mais ampla o docente pode dar condições para que essas gerações que o convívio vai além de respeito e tolerância e sim convívio parcial com o outro.
Sabemos que é muito importante falar sobre direitos humanos,e cabe a educação trabalhar na criança desde pequena, para tornar-se um adulto consciente e sem discriminação de pessoas.
Larissa Gabriele Dos Santos Puga RGM: 7017 6° SEMESTRE/ PEDAGOGIA
GISLAINE DA SILVA SOARES RGM:7129 6ºPedagogia matutino
A escola, como ambiente formador de cidadãos, deve sempre trazer para discussão assuntos que abordem a diversidade de culturas,costumes,religiões,gêneros,etnia e tradições, para que nossas crianças possam crescer conscientes, sem paradigmas de qualquer preconceito, respeitando a sociedade miscigenada que somos.
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